O MANGUE NO RN
O mangue do RN ocupa vasta área do litoral, bem como
margens dos rios. O manguezal é composto por um pequeno n° de espécies de árvores
e desenvolvem-se principalmente nos estuários e na foz dos rios, onde há água
salobra e local semi-abrigado da ação das ondas, mas aberto pra receber a água
do mar.
Na região nordeste há um tipo de manguezal conhecido
como "mangue seco", com árvores de pequeno porte em um
substrato de alta salinidade.
Em relação à fauna destacam-se várias espécies de
caranguejo como o caranguejo chama-maré, formando enormes populações nos fundos
lodosos.
Os camarões também entram nos mangues durante a maré
alta para se alimentar.
O manguezal e importante para o equilíbrio marinho e
nesse ambientes onde muitas espécies vivem, procriam ou apenas procuram em
local pra buscar alimentos.
Embora
protegido por lei, o manguezal ainda sofre com a destruição gratuita, poluição
doméstica e química das águas, derramamentos de petróleo e aterros mal
planejados.
No município de Canguaretama as áreas de manguezais do
estuário Curimataú/ Cunhaú encontram-se em elevado processo de degradação, em
virtude da ação antropogênica, destacando-se: O corte da madeira, operações de
aterros; deposição de lixos e de afluentes (sanitários e industriais), pesca
predatória, obras salinas de atualmente, os projetos de aqüicultura com
destaque para a carcinicultura. (IDEMA).
Tradicional para moradores e turistas do RN o
caranguejo esta cada vez com menos espaço no seu habitat natural.
No encontro do rio com o mar o cenário é de destruição.
Foram formadas em viveiros privativos de camarão ou conjunto
habitacionais.
Outra preocupação e a crescente poluição dos rios Potengi e Jundiaí, que ameaça ao
ecossistema mangues.
A atual onda de devastação alerta os ecologistas
quanto ao risco de extinção das espécies mais comercializada do estado o Caranguejo uça.
Comunidade do mosquito- zona norte de Natal espremida
entre a linha férrea e o mangue são aproximadamente 350 famílias que vivem no
local.