segunda-feira, 1 de julho de 2013

Curiosidades sobre o Mangue no RN. Seminário apresentado por Rodrik kennendy


O MANGUE NO RN

O mangue do RN ocupa vasta área do litoral, bem como margens dos rios. O manguezal é composto por um pequeno n° de espécies de árvores e desenvolvem-se principalmente nos estuários e na foz dos rios, onde há água salobra e local semi-abrigado da ação das ondas, mas aberto pra receber a água do mar.
Na região nordeste há um tipo de manguezal conhecido como "mangue seco", com árvores de pequeno porte em um substrato de alta salinidade.
Em relação à fauna destacam-se várias espécies de caranguejo como o caranguejo chama-maré, formando enormes populações nos fundos lodosos.
Os camarões também entram nos mangues durante a maré alta para se alimentar.
O manguezal e importante para o equilíbrio marinho e nesse ambientes onde muitas espécies vivem, procriam ou apenas procuram em local pra buscar alimentos.
Embora protegido por lei, o manguezal ainda sofre com a destruição gratuita, poluição doméstica e química das águas, derramamentos de petróleo e aterros mal planejados.
No município de Canguaretama as áreas de manguezais do estuário Curimataú/ Cunhaú encontram-se em elevado processo de degradação, em virtude da ação antropogênica, destacando-se: O corte da madeira, operações de aterros; deposição de lixos e de afluentes (sanitários e industriais), pesca predatória, obras salinas de atualmente, os projetos de aqüicultura com destaque para a carcinicultura. (IDEMA).
Tradicional para moradores e turistas do RN o caranguejo esta cada vez com menos espaço no seu habitat natural.
No encontro do rio com o mar o cenário é de destruição. Foram formadas em viveiros privativos de camarão ou conjunto habitacionais. 
Outra preocupação e a crescente poluição dos rios Potengi e Jundiaí, que ameaça ao ecossistema mangues.
A atual onda de devastação alerta os ecologistas quanto ao risco de extinção das espécies mais comercializada do estado o Caranguejo uça.
Comunidade do mosquito- zona norte de Natal espremida entre a linha férrea e o mangue são aproximadamente 350 famílias que vivem no local.

                                                                                               

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